Divulgação/G1
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O Governo do Pará iniciou a implantação do teste de DNA-HPV, um exame moderno e mais preciso para identificar riscos de câncer do colo do útero, em unidades de saúde de Belém, da Ilha do Combu, do Distrito D’Água e das regiões do Marajó I e II. Considerado um dos métodos mais avançados no rastreamento do HPV, o exame detecta diretamente o DNA do vírus, permitindo reconhecer lesões de baixo e alto grau e casos que podem evoluir para câncer invasor.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública destaca que o teste traz benefícios importantes: coleta rápida, menor custo para o sistema público, maior precisão e possibilidade de auto-coleta em situações específicas, ampliando o acesso a mulheres que não realizam o preventivo regularmente. Nesta fase inicial, o exame é direcionado a mulheres de 30 a 49 anos que nunca fizeram o PCCU ou que estão há mais de três anos sem realizar o procedimento. O atendimento ocorre por demanda espontânea ou mediante agendamento com agentes comunitários de saúde.
Em Belém, já estão habilitadas as UMS Guamá, Condor, Terra Firme, Cremação, Jurunas e a UBS Combu. Os resultados serão analisados pelo Instituto Evandro Chagas. A meta é chegar a 3 mil coletas mensais e realizar mais de 35 mil testes até janeiro de 2027, dentro do programa Agora Tem Especialistas, parceria entre Ministério da Saúde, Governo do Pará e Prefeitura de Belém.
O Pará deu início à implementação do exame de DNA-HPV, tecnologia considerada hoje a mais eficiente para identificar precocemente riscos de câncer do colo do útero. A oferta começou em unidades de saúde de Belém, na Ilha do Combu, no Distrito D’Água, e também nas regiões do Marajó I e II, marcando uma nova etapa na estratégia estadual de prevenção.
O procedimento, que detecta diretamente o material genético do Papilomavírus Humano, é capaz de apontar lesões de baixo e alto grau, além de identificar casos que podem evoluir para carcinoma invasor. A adoção segue orientações de protocolos nacionais e internacionais e deve servir de referência técnica para outros municípios paraenses.
Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o exame representa um avanço porque reúne maior precisão, tempo de coleta reduzido, menor custo para o sistema público e inclui a possibilidade de auto-coleta em situações específicas, ampliando o acesso de mulheres que tradicionalmente encontram barreiras para realizar o preventivo.
Nesta primeira fase, o teste está disponível para mulheres de 30 a 49 anos que nunca fizeram o PCCU ou que não realizam o exame há mais de três anos. O atendimento pode ser buscado por demanda espontânea ou por agendamento com agentes comunitários de saúde.
Em Belém, já oferecem o serviço as unidades: UMS Guamá, UMS Condor, UMS Terra Firme, UMS Cremação, UBS Combu e UMS Jurunas.
Para a coleta, é necessário que a paciente não esteja menstruada, evite relações sexuais nas 48 horas anteriores e não faça uso de cremes vaginais. A higiene íntima cotidiana está liberada.
A Sespa reforça que o novo exame se integra a uma linha de cuidado que inclui rastreamento, tratamento de lesões precursoras e vacinação contra o HPV. A tecnologia também permite ampliar o intervalo entre as coletas: o teste só precisa ser repetido a cada cinco anos, o que melhora a aderência e reduz a sobrecarga ao sistema.
Os resultados serão processados pelo Instituto Evandro Chagas, dando suporte à detecção precoce e ao monitoramento epidemiológico. A expectativa é alcançar 3 mil testes mensais e realizar mais de 35 mil exames até janeiro de 2027, dentro do programa Agora Tem Especialistas, parceria entre Ministério da Saúde, Governo do Pará e Prefeitura de Belém.
O estado também segue alinhado à estratégia global da Organização Mundial da Saúde (OMS) para eliminar o câncer do colo do útero como problema de saúde pública. A meta internacional prevê que 70% das mulheres sejam testadas com métodos de alta precisão aos 35 e 45 anos, que 90% das diagnosticadas recebam tratamento adequado e que 90% das meninas estejam vacinadas contra o HPV até os 15 anos.
