Curso pioneiro leva aulas de inteligência artificial a moradores de Belém, promovendo inclusão digital e novas oportunidades profissionais
09/09/2025 11h50 – Atualizado há 3 horas
Sérgio Moraes – Fundação Guamá
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No dia 8 de setembro, o Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá celebrou a conclusão do primeiro módulo do curso gratuito de Letramento em Inteligência Artificial (IA). A iniciativa atende moradores dos bairros Guamá e Terra Firme, com o objetivo de democratizar o acesso ao conhecimento digital e estimular o uso ético da tecnologia.
O curso, organizado pela Fundação Guamá, possui carga horária de 120 horas, divididas em quatro módulos, e segue até dezembro. As atividades incluem aulas presenciais, miniprojetos e introdução à programação em Python, sempre com foco em aplicações práticas para a realidade social e profissional dos alunos.
Para os participantes, a oportunidade tem sido transformadora. Segundo relatos, as aulas proporcionam novas perspectivas sobre como a IA pode ser usada para melhorar a produtividade, a qualificação profissional e a vida em comunidade.
O Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá concluiu nesta segunda-feira (8) o primeiro módulo do curso gratuito de Letramento em Inteligência Artificial (IA), iniciativa que reúne mais de 20 participantes dos bairros Guamá e Terra Firme, em Belém. O programa tem como foco democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico e promover a inclusão digital.
A formação é organizada pela Fundação Guamá, gestora do parque tecnológico, e possui 120 horas de duração, divididas em quatro módulos. As aulas são realizadas no Espaço Empreendedor do PCT, duas vezes por semana, e seguem até dezembro deste ano.
Entre os participantes, jovens e profissionais de diferentes áreas destacaram o impacto das atividades em sua vida pessoal e profissional. Para a pedagoga Nayara Câmara, o curso representa uma chance de usar a IA como aliada no dia a dia. Já a administradora Joana Farias ressaltou que o aprendizado amplia as possibilidades de qualificação no mercado de trabalho.
O professor e pesquisador Bruno Duarte, responsável pelas aulas, destacou o engajamento dos alunos e a mudança de percepção em relação ao tema. Ele afirmou que muitos participantes chegaram com uma visão negativa sobre IA, mas, ao longo das aulas, perceberam seu potencial para aumentar a produtividade e resolver problemas locais.
Além da prática com ferramentas digitais e programação em Python, o curso incentiva o uso ético e crítico da inteligência artificial, estimulando os alunos a aplicarem a tecnologia em iniciativas comunitárias.
O encerramento do módulo contou com a presença do presidente da Prodepa, Carlos Maneschy, que enfatizou o caráter pioneiro da ação, destacando que o letramento em IA prepara cidadãos para liderar transformações digitais e sociais.
O PCT Guamá, primeiro parque tecnológico da Região Norte, é referência em inovação e empreendedorismo. O complexo abriga mais de 30 empresas residentes, laboratórios de pesquisa e iniciativas de impacto social, consolidando-se como um dos polos estratégicos de ciência e tecnologia da Amazônia.
FONTE: Agência Belém
