Após revés na Série B, grupo pede mudanças na gestão e cobra reação imediata do Papão
01/09/2025 16h41 – Atualizado há 21 horas
Torcedores pediram a saída da diretoria atual (Reprodução / Instagram)
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O Paysandu vive um momento delicado na Série B. Após a derrota para o CRB-AL, por 2 a 0, a equipe chegou a sete partidas sem vitória e caiu para a última posição da tabela, com apenas 21 pontos.
Diante da crise, torcedores foram até a Sede Social do clube, em Belém, e realizaram um protesto pacífico, cobrando mudanças imediatas na gestão. Faixas com frases de repúdio à diretoria, presidida por Roger Aguileira, foram fixadas nas grades do local.
Para parte da torcida, somente uma reação rápida poderá evitar o rebaixamento para a Série C. O próximo jogo, contra o Volta Redonda-RJ, na Curuzu, é visto como decisivo para tentar mudar o cenário.
A tarde de domingo (31) foi marcada por protestos na Sede Social do Paysandu, em Belém. Insatisfeitos com a sequência negativa de resultados, torcedores foram ao local para cobrar mudanças na diretoria e melhor desempenho da equipe, que amarga a lanterna da Série B do Campeonato Brasileiro.
O ato aconteceu um dia após a derrota por 2 a 0 para o CRB-AL, no estádio Rei Pelé, pela 24ª rodada. Com o resultado, o Papão chegou a sete jogos sem vencer, acumulando quatro derrotas consecutivas.
De acordo com informações de membros das torcidas organizadas, a mobilização foi planejada para chamar atenção para o que consideram uma má gestão do futebol profissional. Em faixas estendidas nas grades da sede, frases como “Fora Novos Rumos” e “Novos Rumos = Série C” expressaram a insatisfação com a atual administração do clube.
Apesar da tensão, o protesto ocorreu de forma pacífica, sem registro de confrontos. Um dos torcedores presentes afirmou que a cobrança é necessária para evitar um possível rebaixamento: “Não podemos aceitar que o Paysandu caminhe para a Série C. Queremos resposta imediata no campo e fora dele”, disse.
O próximo compromisso do Papão será na sexta-feira (5), contra o Volta Redonda-RJ, no estádio da Curuzu. Parte da torcida defende boicote à partida, pedindo “público zero” como forma de pressionar a diretoria.
FONTE: O Liberal
