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A fase semifinal da Copa do Brasil 2025 reúne quatro equipes que avançaram por caminhos completamente diferentes, consolidando o caráter imprevisível da competição. O Corinthians chega com a campanha mais segura, sem sofrer gols em toda a trajetória e somando vitórias consecutivas contra adversários de peso como Palmeiras e Athletico-PR. Para especialistas, a consistência defensiva é um dos principais trunfos do time paulista.
O Cruzeiro, por sua vez, manteve regularidade desde a estreia. Sem dificuldades nas primeiras fases, o clube mineiro se firmou ainda mais ao eliminar o Atlético-MG com duas vitórias convincentes. Segundo análises de comentaristas esportivos, o equilíbrio da equipe e o controle das partidas explicam a força cruzeirense.
O Fluminense percorreu o caminho mais longo e variado. Depois de abrir sua participação com uma goleada histórica, encarou confrontos mais disputados e mostrou capacidade de reação contra o Bahia, quando reverteu a desvantagem com um triunfo por 2 a 0 no Maracanã. A atuação decisiva de Thiago Silva, segundo membros da comissão técnica, reforçou a experiência que o zagueiro traz ao elenco.
Já o Vasco chega como o mais resistente emocionalmente. Classificações em duas séries de pênaltis e confrontos equilibrados marcaram a jornada cruzmaltina. A equipe demonstrou persistência em momentos de pressão, especialmente nos duelos contra Operário-PR e Botafogo.
Reunindo campanhas tão diferentes — do domínio absoluto ao drama — a semifinal promete equilíbrio e intensidade, com quatro clubes buscando voltar a uma final de expressão nacional.
A Copa do Brasil 2025 entra na fase decisiva nesta quarta-feira (10), quando quatro clubes iniciam a disputa por uma vaga na final após campanhas marcadas por invencibilidade, goleadas e decisões dramáticas. Corinthians e Cruzeiro duelam no Mineirão, às 21h30, enquanto Vasco e Fluminense abrem a outra semifinal nesta quinta-feira (11), às 20h, no Maracanã.
Corinthians: defesa impecável e avanço sem sustos
O Corinthians chega à semifinal com uma campanha sólida e sem sofrer gols. A equipe iniciou a disputa na terceira fase, superando o Novorizontino com dois triunfos por 1 a 0. Nas oitavas, eliminou o Palmeiras com 3 a 0 no agregado, impondo domínio dentro e fora de casa. Nas quartas, repetiu o padrão: duas vitórias sobre o Athletico-PR, por 1 a 0 e 2 a 0, assegurando a manutenção da invencibilidade.
Cruzeiro: segurança defensiva e regularidade
Também estreando na terceira fase, o Cruzeiro abriu sua trajetória com um imponente 5 a 0 sobre o Vila Nova. Nas oitavas, empatou com o CRB na ida e venceu por 2 a 0 fora. Nas quartas, mostrou força no clássico mineiro, derrotando o Atlético-MG duas vezes pelo placar de 2 a 0, consolidando uma das campanhas mais firmes do torneio.
Fluminense: da goleada inicial à virada decisiva
O Fluminense percorreu o caminho mais longo entre os semifinalistas. A equipe estreou goleando o Águia de Marabá por 8 a 0 e passou pelo Caxias na fase seguinte. Contra a Aparecidense, confirmou a classificação com vitórias por 1 a 0 e 4 a 1. Nas oitavas, superou o Internacional e segurou um empate na volta. Já nas quartas, protagonizou uma reação: após perder para o Bahia por 1 a 0, garantiu a vaga com 2 a 0, em jogo decisivo de Thiago Silva.
Vasco: drama, pênaltis e resiliência
Entre os quatro clubes, o Vasco viveu o caminho mais dramático. Após vencer União Rondonópolis e Nova Iguaçu por 3 a 0, sofreu na terceira fase para eliminar o Operário-PR, avançando nos pênaltis por 7 a 6 após dois empates. Nas oitavas, empatou com o CSA e venceu por 3 a 1. Nas quartas, novamente emoção: dois empates contra o Botafogo e outra classificação nos pênaltis.
Com trajetórias tão distintas, os semifinalistas chegam embalados por confiança, regularidade ou superação — ingredientes que prometem uma disputa intensa pelas vagas na decisão.
