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Secretário critica lei Antifacções e operações apenas midiáticas

admin
Ultima atualização: 2 de dezembro de 2025 13:57
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Secretário critica lei Antifacções e operações apenas midiáticas
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Mario Sarrubbo, do Ministério da Justiça, afirmou que apenas aumentar penas não resolve o crime organizado e questionou megaoperações policiais.

02/12/2025 09h14 – Atualizado há 4 horas

Secretário critica lei Antifacções e operações apenas midiáticas

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

Clique aqui para Ler o Resumo

Em evento em São Paulo, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, criticou a eficácia do projeto de lei Antifacções aprovado na Câmara, argumentando que apenas aumentar penas não resolve o problema do crime organizado. Ele também questionou a estratégia de megaoperações policiais, classificando-as como respostas midiáticas, e defendeu um novo modelo que priorize inteligência e a desarticulação financeira das facções antes da ação territorial. Sarrubbo destacou um programa piloto em Natal que combina segurança e cidadania.

O secretário nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Mario Sarrubbo, criticou, nesta segunda-feira (1º), a versão do projeto de lei Antifacções aprovada pela Câmara e voltou a questionar a eficácia de megaoperações policiais, como a que resultou em 122 mortos no Rio de Janeiro em outubro.

Em evento em São Paulo promovido pela Transparência Internacional Brasil e o Insper, Sarrubbo afirmou que a estratégia de apenas aumentar penas para o crime organizado é insuficiente. “Não adianta só subir a pena. Faz 30 anos que estamos subindo as penas. A Lei dos Crimes Hediondos já tem mais de uma década. O crime deixou de ser local e passou a ser transnacional”, declarou.

O PL Antifacções,originalmente proposto pelo governo, sofreu alterações no Congresso. O texto aprovado pelos deputados, sob relatoria de Guilherme Derrite (PP-SP), prevê aumento de penas para membros de facções – de 20 a 40 anos, podendo chegar a 66 anos para líderes – e eleva para 75% o cumprimento mínimo em regime fechado. Parte das mudanças foi criticada por reduzir o alcance de investigações da Polícia Federal. O projeto agora segue para o Senado, onde terá Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator.

Sarrubbo também atacou o que chamou de “velha política de subir o morro e prender, numa resposta midiática“, em referência à operação no Rio. Para ele, é preciso priorizar a inteligência e a desarticulação financeira do crime antes de ações territoriais de grande escala.

“Estamos com políticas públicas equivocadas.Ainda é a velha política… Precisamos de ações integradas com inteligência. Ainda estamos matando as formiguinhas e não entramos no formigueiro”, disse. “Só poderemos subir o morro se desidratarmos a atividade criminosa. Temos de desidratar. Temos de subir, mas quando estiver enfraquecido”.

Como alternativa, o secretário defendeu a ampliação de um programa piloto do governo federal que combina ocupação territorial de segurança com políticas de cidadania. A iniciativa está em andamento em um bairro de Natal (RN) dominado pelo Comando Vermelho, onde, segundo Sarrubbo, já resultou em 130 prisões. O plano é estendê-lo a outras regiões se for bem-sucedido.

O evento reuniu especialistas em segurança e combate à corrupção, incluindo Ricardo Saadi (COAF), Samira Bueno (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e Marcia Meng (Receita Federal em São Paulo).

FONTE: O Liberal

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