Portal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de Mosqueiro
  • Início
  • Jornal Moqueio
  • Turismo
  • Praias
  • Restaurante
  • Pizzaria
  • Bar
  • Imóveis
Buscar
Leitura: Randolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facções
Compartilhar
Redimensionador de fonteaa
Portal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de Mosqueiro
Redimensionador de fonteaa
  • Brasil
  • Politica
  • Economia
  • Região
  • Saúde
  • Esportes
  • Internacionais
Buscar
  • Início
  • Jornal Moqueio
  • Turismo
  • Praias
  • Restaurante
  • Pizzaria
  • Bar
  • Imóveis
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Portal Ilha de Mosqueiro > Blog > Politica > Randolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facções
Politica

Randolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facções

Lucas Pordeus Leon - Reporter da Agencia Brasil
Ultima atualização: 8 de novembro de 2025 01:15
Por Lucas Pordeus Leon - Reporter da Agencia Brasil
Compartilhar
6 leitura mínima
randolfe:-governo-quer-integrar-policias-e-penas-duras-contra-faccoes
Randolfe: governo quer integrar polícias e penas duras contra facções
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Classificar as facções criminosas ou as milícias que atuam no Brasil de terroristas não combate o crime organizado, ao mesmo tempo que pode servir de pretexto para interferências estrangeiras, argumenta o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

“Não há nenhum problema em rotular [de terrorismo]. Se querem rotular, deem o nome que tiverem que dar para isso, desde que o rótulo não comprometa a soberania nacional. O que nós não queremos é dar brecha para qualquer nação estrangeira intervir no Brasil. O problema do crime organizado vai ser resolvido por nós, brasileiros”, disse a liderança governista.

Randolfe conversou nesta quinta-feira (6) com a Agência Brasil sobre os projetos de lei em tramitação no Legislativo que tratam das organizações criminosas e que viraram motivo de disputa entre governo e oposição.

A liderança governista destacou que o Executivo não tem problema em rotular as organizações criminosas como terroristas, apesar de avaliar que a medida é inócua para avançar no combate ao crime organizado.

“Eu não quero debater rótulo, eu quero debater o conteúdo [das políticas] para derrotar o crime. Não é o rótulo que vai derrotar o crime organizado. Não é chamar o outro de feio que vai derrotá-lo. O horror não se combate chamando-o de horror. Tem que aumentar a pena para membro de facção, tem que combater o fluxo financeiro das facções, tem que ter coordenação de forças policiais”, justificou.  

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O governo e a oposição travam uma disputa na Câmara dos Deputados sobre qual projeto deve prevalecer para combater as organizações criminosas, se o PL das facções, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou se o PL do Terrorismo [1.283/2025], do deputado Danilo Forte (União-CE), que equipara as facções e milícias ao terrorismo. Há ainda a possibilidade de juntar os dois projetos em um só. O presidente da Câmara, Hugo Motta, informou que a Casa deve decidir sobre o tema até o final da próxima semana. 

Prevista para esta semana, a votação do PL do terrorismo foi adiada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

“Essa decisão é do presidente [Hugo Motta]. O rito é ele que vai decidir. Pode ser que venha para a CCJ. Pode ser que ele apense [juntando os dois projetos em disputa sob a mesma relatoria]”, explicou à Agência Brasil o presidente da CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA).

Especialistas tem alertado que equiparar as fações e milícias ao terrorismo expõe o Brasil à estratégia intervencionista dos Estados Unidos na América Latina. 

Proselitismo

Para o líder do governo Randolfe Rodrigues, o PL que equipara as organizações criminosas ao terrorismo serve a certo discurso político-ideológico.  

“Vamos parar de proselitismo e de ideologização da questão e tratar como uma questão de Estado para ser enfrentada por todos os lados, direita, esquerda, governo e oposição”, afirmou.

Randolfe argumentou que o governo brasileiro apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança e o PL Antifacção para combater o crime com aumento de penas para os membros da organização criminosa, integração das polícias e aposta na inteligência das forças de segurança.

“Não basta você ter uma operação contra o crime organizado em uma área de favela e depois deixar a área para que outros recrutados do crime organizado continuem fazendo o que o PCC, o que Comando Vermelho e outras organizações fazem. As medidas que o governo encaminha são baseadas no binômio coordenação das forças de polícia para enfrentar uma guerra e aumento de penas para o combate às facções”, completou.

Terrorismo

O autor do projeto de lei que equipara as facções ao terrorismo, deputado Danilo Fortes, justificou que a medida é importante para dar condições da polícia enfrentar as organizações criminosas sem medo da Corregedoria, que é o órgão responsável por monitorar e aplicar sanções contra policiais que violam as regras.

“O PL dá condição para você criar situações extralegais de poder fazer o enfrentamento, inclusive ações preventivas. Eu não estou entrando na seara política ou ideológica. Eu estou entrando na questão das condutas que o crime organizado está tendo no Brasil, que são condutas de terrorismo. Quando você provoca medo coletivo, são ações de terrorismo”, disse à Agência Brasil.

O deputado ainda rejeitou a tese de que a medida poderia abrir brecha para intervenção estrangeira no Brasil.

“Os Estados Unidos não podem invadir. Isso é [responsabilidade] da ONU. A soberania só é ferida se tiver algum acordo bilateral ou multilateral, o que não existe. E quem vai fazer a definição é o Poder Executivo. Nós estamos perdendo a soberania para o crime, internamente”, disse.

  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp
Corregedor da Câmara pede suspensão de 3 deputados envolvidos em motim
Lula lamenta morte de servidores do IBGE em combate a incêndio
Conselho de Ética arquiva representação contra Eduardo Bolsonaro
Câmara vota amanhã urgência de PL sobre cobrança por bagagem de mão
Senado reduz prazo de inelegibilidade previsto na Lei da Ficha Limpa
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior remo-inicia-jornada-fora-com-sonho-de-voltar-a-serie-a Remo inicia jornada fora com sonho de voltar à Série A
Próximo artigo igualar-faccoes-a-terrorismo-prejudica-inqueritos,-diz-relator-de-cpi Igualar facções a terrorismo prejudica inquéritos, diz relator de CPI
[adning id="2701"]

Últimas notícias

arrecadacao-federal-tem-alta-e-atinge-recorde-de-r$-226,8-bilhoes-em-novembro
Arrecadação federal tem alta e atinge recorde de R$ 226,8 bilhões em novembro
Destaque
22 de dezembro de 2025
mercado-eleva-expectativa-da-selic-para-2026-a-12,25%,-aponta-focus
Mercado eleva expectativa da Selic para 2026 a 12,25%, aponta Focus
Destaque
22 de dezembro de 2025
ravi-ultrapassa-miguel-e-se-torna-nome-masculino-mais-registrado-no-brasil-em-2025
Ravi ultrapassa Miguel e se torna nome masculino mais registrado no Brasil em 2025
Destaque
22 de dezembro de 2025
alerta-no-para:-clonagem-de-celular-cresce-11%-e-exige-atencao-redobrada
Alerta no Pará: clonagem de celular cresce 11% e exige atenção redobrada
Policia
22 de dezembro de 2025
Portal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de Mosqueiro
Siga-nos
Portal da Ilha © 2025 Todos direitos reservados. SalesBrasil360
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?