Portal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de Mosqueiro
  • Início
  • Jornal Moqueio
  • Turismo
  • Praias
  • Restaurante
  • Pizzaria
  • Bar
  • Imóveis
Buscar
Leitura: No Amazonas, 62% da exploração madeireira é feita ilegalmente
Compartilhar
Redimensionador de fonteaa
Portal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de Mosqueiro
Redimensionador de fonteaa
  • Brasil
  • Politica
  • Economia
  • Região
  • Saúde
  • Esportes
  • Internacionais
Buscar
  • Início
  • Jornal Moqueio
  • Turismo
  • Praias
  • Restaurante
  • Pizzaria
  • Bar
  • Imóveis
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Portal Ilha de Mosqueiro > Blog > Brasil > No Amazonas, 62% da exploração madeireira é feita ilegalmente
BrasilTodas Noticias

No Amazonas, 62% da exploração madeireira é feita ilegalmente

Camila Boehm - Reporter da Agencia Brasil
Ultima atualização: 5 de dezembro de 2025 12:48
Por Camila Boehm - Reporter da Agencia Brasil
Compartilhar
5 leitura mínima
no-amazonas,-62%-da-exploracao-madeireira-e-feita-ilegalmente
No Amazonas, 62% da exploração madeireira é feita ilegalmente
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Dos 68 mil hectares em que há exploração madeireira no Amazonas, 42 mil não tinham autorização dos órgãos ambientais para a atividade, de acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) pelo instituto de pesquisa Imazon. Isso significa que 62% da área com retirada de madeira no estado é ilegal.

Realizada anualmente pela Rede Simex, composta por três organizações ambientais – ICV, Imaflora e Imazon -, a pesquisa mapeou a extração madeireira no estado por meio de imagens de satélite e cruzou com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos ambientais, abrangendo o período de agosto de 2023 a julho de 2024.

Em relação ao levantamento passado (agosto/2022- julho/2023), quando 38 mil hectares tiveram exploração de madeira sem autorização, houve um aumento de 9% na área com retirada ilegal.

Pesquisadora do Programa de Monitoramento da Amazônia do Imazon, Camila Damasceno avalia que a alta é extremamente preocupante já que a exploração ilegal de madeira acaba financiando outros crimes ambientais, como as queimadas e o desmatamento. 

“Além disso, também prejudica o mercado legalizado de madeira, que faz a remoção das árvores por meio do manejo florestal sustentável e gera empregos e impostos para o Amazonas”, acrescentou.

Em relação à exploração de madeira autorizada, o Amazonas passou de 11,3 mil hectares entre agosto de 2022 e julho de 2023 para 26,1 mil hectares entre agosto de 2023 e julho de 2024, o que representa uma alta de 131%.

Boca do Acre

Apenas dois municípios do sul do estado – Boca do Acre e Lábrea – concentram 75% de toda a exploração de madeira ilegal do Amazonas. Líder do ranking, Boca do Acre teve 20,5 mil hectares de exploração irregular, enquanto Lábrea teve 10,9 mil hectares com retirada de madeira ilegal.

“Esses municípios ficam dentro da região de expansão agropecuária chamada de Amacro, na divisa do Amazonas com o Acre e com Rondônia. Por isso, alertamos que a extração de madeira nesses territórios pode indicar o desmatamento futuro para a grilagem ou para a produção de grãos e de gado, o que reforça a necessidade de ampliar a fiscalização nesses municípios e barrar a entrada de produtos ilegais no mercado”, alertou Camila.

Terras protegidas

A exploração ilegal de madeira, afirmou a pesquisadora, invade áreas protegidas do estado, como terras indígenas e unidades de conservação, o que é uma preocupação não apenas em relação à degradação ambiental, mas à sobrevivências das comunidades que ocupam esses locais.

“A entrada de invasores para retirada de madeira desses territórios ameaça os povos e comunidades tradicionais, que dependem da floresta em pé para manter seu modo de vida”, explicou Camila.

O levantamento apontou que 13% da retirada de madeira irregular (5,6 mil hectares) ocorreu em áreas protegidas, sendo 9% em terras indígenas (3,9 mil hectares) e 4% em unidades de conservação (1,6 mil hectares). Houve queda de 19% na exploração ilegal em áreas protegidas em relação ao estudo anterior, quando foram mapeados 6,9 mil hectares, dos quais 6,4 mil em terras indígenas.

Apesar da redução, a retirada irregular atingiu uma área superior a 5 mil campos de futebol dentro das áreas protegidas. O Imazon ressalta que, além das emissões de carbono resultantes da degradação, há perda de biodiversidade e conflitos sociais com a extração ilegal de madeira.

Os imóveis rurais presentes em bancos de dados públicos, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) e o Programa Terra Legal, foram responsáveis por 32,5 mil hectares da área com exploração irregular de madeira, o que representa 77% do total. Segundo avaliação do Imazon, esse resultado mostra que os órgãos públicos têm dados para fiscalizar e punir a atividade ilegal nessas áreas. 

Outra categoria que chamou a atenção dos pesquisadores em relação à retirada ilegal de madeira no Amazonas é a de florestas públicas não destinadas (FPNDs), com 3,3 mil hectares (8%). As FPNDs são áreas de floresta de domínio público (União, estados ou municípios) que ainda não tiveram seu uso oficialmente definido, seja como unidade de conservação ou terra indígena.

“Por isso, destinar essas terras a povos e comunidades tradicionais ou à conservação é uma ação urgente de proteção do patrimônio público e ambiental dos amazonenses e dos brasileiros”, concluiu o instituto.

  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp
Portos e aeroportos terão de expor materiais informativos sobre mpox
GP de Interlagos: Lando Norris larga na pole position no domingo
Veja os principais pontos de segundo dia do julgamento de Bolsonaro
Setor audiovisual protesta contra PL da regulação do streaming
Nordeste é a região com maior número de inscritos no Enem 2025
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior linhas-do-metro-de-sao-paulo-comecam-a-funcionar-24-horas-aos-sabados Linhas do Metrô de São Paulo começam a funcionar 24 horas aos sábados
Próximo artigo premio-simineral-2025:-recorde-historico-de-inscricoes-no-para Prêmio Simineral 2025: Recorde histórico de inscrições no Pará
[adning id="2701"]

Últimas notícias

arrecadacao-federal-tem-alta-e-atinge-recorde-de-r$-226,8-bilhoes-em-novembro
Arrecadação federal tem alta e atinge recorde de R$ 226,8 bilhões em novembro
Destaque
22 de dezembro de 2025
mercado-eleva-expectativa-da-selic-para-2026-a-12,25%,-aponta-focus
Mercado eleva expectativa da Selic para 2026 a 12,25%, aponta Focus
Destaque
22 de dezembro de 2025
ravi-ultrapassa-miguel-e-se-torna-nome-masculino-mais-registrado-no-brasil-em-2025
Ravi ultrapassa Miguel e se torna nome masculino mais registrado no Brasil em 2025
Destaque
22 de dezembro de 2025
alerta-no-para:-clonagem-de-celular-cresce-11%-e-exige-atencao-redobrada
Alerta no Pará: clonagem de celular cresce 11% e exige atenção redobrada
Policia
22 de dezembro de 2025
Portal Ilha de MosqueiroPortal Ilha de Mosqueiro
Siga-nos
Portal da Ilha © 2025 Todos direitos reservados. SalesBrasil360
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?