Com início em 16 de dezembro, torneio reúne oito clubes e cria expectativa por novos investimentos no vôlei paraense
08/12/2025 10h22 – Atualizado há 1 dia
Pedro Teixeira
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Belém se prepara para receber um dos maiores eventos esportivos do ano: o Mundial de Clubes de Vôlei masculino, que ocorrerá de 16 a 21 de dezembro no Mangueirinho. O torneio reúne oito clubes de diferentes países e promete movimentar a economia, a cultura esportiva e a visibilidade do esporte no Pará.
Para o técnico da Apade, Mingau, o momento é simbólico. Ele afirma que o estado vive um ciclo de amadurecimento na realização de grandes eventos e que o Mundial pode servir como acelerador para novos investimentos no vôlei paraense. Segundo ele, a Apade — que possui cerca de 400 jovens nas categorias de base — já sente a necessidade de mais apoio para avançar na modalidade e manter-se competitiva nas principais ligas do país.
Além do treinador, o atleta Bruno Melo destaca que o Mundial representa uma oportunidade única para que jovens jogadores conheçam de perto grandes nomes do vôlei mundial. Ele acredita que a competição poderá inspirar crianças e adolescentes, além de reforçar o interesse da população pelo esporte.
O evento terá três equipes brasileiras — Campinas, Cruzeiro e Praia Clube — competindo com times da Polônia, Itália, Japão, Catar e Líbia. Para o vôlei paraense, o torneio simboliza visibilidade, possibilidade de crescimento e um novo olhar para o potencial esportivo da região.
O Mundial de Clubes masculino de vôlei chega a Belém entre os dias 16 e 21 de dezembro, no Mangueirinho, reunindo oito equipes internacionais e movimentando o cenário esportivo paraense. A competição, inédita no estado, tem gerado grandes expectativas entre atletas, treinadores e jovens jogadores que enxergam no torneio uma oportunidade de visibilidade e incentivo ao desenvolvimento da modalidade.
Para o técnico Mingau, treinador da Apade, única equipe paraense na Superliga B, o Mundial chega em um momento em que o estado demonstra capacidade de receber grandes eventos. Ele avalia que a COP30 e recentes investimentos em infraestrutura reforçaram a confiança na organização. Segundo o treinador, o crescimento do esporte no Pará se relaciona diretamente com a abertura de novos ciclos e a chegada de competições de alto nível.
A Apade vive um momento importante: venceu recentemente o América-RN por 3 sets a 0 e segue buscando consolidar sua presença entre as principais equipes da modalidade no país. O clube é hoje um dos pilares da formação esportiva local, trabalhando com cerca de 400 jovens atletas nas categorias de base. Para Mingau, o Mundial pode ser decisivo para ampliar investimentos e fortalecer o vôlei no Norte.
O técnico aponta que o maior desejo é que o evento deixe um legado sólido, com mais apoio ao esporte, maior presença do público e estímulo para que o Pará tenha, futuramente, um time fixo na elite nacional. Ele reforça que é preciso transformar o discurso sobre esporte e inclusão em ações concretas, com investimentos e presença contínua de projetos.
Para atletas como Bruno Melo, líbero da Apade e um dos poucos paraenses na equipe, a realização do Mundial é uma chance rara de ver ídolos de perto, entre eles Bruninho Rezende, Lucão e Wallace. O jogador acredita que assistir a uma competição desse porte pode inspirar novos talentos e fortalecer o sonho de muitos jovens que tentam trilhar carreira no vôlei.
O torneio contará com três equipes brasileiras — Campinas, Cruzeiro e Praia Clube — além de representantes de países como Itália, Polônia, Japão, Catar e Líbia. Os ingressos estão disponíveis no site oficial do evento: Banca do ingresso
FONTE: O Liberal
