Com conquistas inéditas em 2025, conjunto verde-amarelo chega embalado e figura entre os favoritos à medalha na competição que começa nesta semana
20/08/2025 15h44 – Atualizado há 22 horas
Brasileiras vibram com ouro no conjunto geral da Copa do Mundo de ginástica rítmica, em Milão — Foto: Andrea Diodato/NurPhoto via Getty Images
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O Brasil vive um momento histórico na ginástica rítmica e pode escrever um novo capítulo no Mundial 2025, que acontece no Rio de Janeiro. O conjunto principal chega embalado após uma temporada consistente, com quatro medalhas de ouro e um bronze em etapas internacionais, incluindo títulos inéditos na prova geral. A equipe, sob comando da técnica Camila Ferezin, ganhou confiança e passa a figurar entre as favoritas ao pódio.
No individual, Bárbara Domingos e Geovanna Santos representam o país em busca de vagas nas finais. Bárbara, que já se destacou em edições anteriores, tenta consolidar sua posição entre as melhores do mundo.
A força da ginástica brasileira também se revela na base: o time B conquistou os três ouros no Pan-Americano, enquanto o conjunto júnior garantiu duas pratas inéditas no Mundial da categoria.
Com a torcida jogando junto em casa, o Brasil encara a competição com grandes expectativas. A missão é difícil, mas nunca o país esteve tão perto de um pódio mundial.
O Brasil inicia nesta semana o Mundial de ginástica rítmica no Rio de Janeiro com um objetivo inédito: conquistar a primeira medalha da história na competição. A disputa em casa acontece em um momento especial, já que o conjunto verde-amarelo vem de uma temporada consistente e de resultados históricos no Circuito Mundial.
A equipe comandada pela técnica Camila Ferezin conquistou quatro medalhas de ouro e um bronze em etapas da Copa do Mundo e do Challenge, incluindo dois títulos inéditos na prova geral — justamente a mais importante, por também estar presente no programa olímpico. A regularidade foi determinante: das oito séries apresentadas em 2025, apenas uma teve falhas relevantes.
Além do conjunto, o Brasil terá em ação as ginastas Bárbara Domingos e Geovanna Santos, que disputam as provas individuais e brigam por vagas nas finais. Bárbara, referência da modalidade no país, busca repetir o bom desempenho que a colocou entre as finalistas de Mundiais anteriores.
O bom momento não se limita ao time principal. O time B faturou os três ouros no Pan-Americano e o conjunto júnior garantiu duas pratas inéditas no Mundial da categoria, mostrando que a base também se fortalece.
Com resultados consistentes, apoio da torcida em casa e confiança elevada, o Brasil desponta como candidato real a um pódio histórico em uma modalidade tradicionalmente dominada por potências como Bulgária, Itália e Rússia.
FONTE: Globo Esporte
