
Pesquisadores da UFRJ e do laboratório Cristália desenvolveram a Polaminina, medicamento experimental à base de laminina – molécula extraída da placenta humana – que recuperou movimentos em pacientes com lesão medular grave. Seis pessoas tratadas em até seis dias após a lesão apresentaram avanços significativos, como transição de tetraplegia completa para recuperação parcial de força e mobilidade.
O caso mais emblemático é o do analista Bruno Drummond, 31, que voltou a caminhar após receber o fármaco nas primeiras 24 horas pós-acidente. O medicamento aguarda autorização da Anvisa para iniciar a Fase 1 de ensaios clínicos, que deve incluir mais cinco pacientes. Estima-se que que o processo de aprovação e disponibilização possa levar até três anos.
Foto: Arquivo Pessoal
