13/08/2025 16h57 – Atualizado há 13 horas
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Roger Aguilera recorreu solicitou ajuda para a CBF (Wagner Santana / O Liberal)
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O Paysandu tenta resolver, de forma imediata, o transferban que o impede de registrar novos jogadores desde junho. Nesta quarta-feira (13), o presidente Roger Aguilera esteve na sede da CBF, no Rio de Janeiro, para pedir a antecipação das cotas da Copa do Brasil 2025, que somam mais de R$ 2,3 milhões na terceira fase da competição. O objetivo é usar parte desse valor para pagar a dívida de cerca de R$ 425 mil com o Torreense, de Portugal, referente à contratação do lateral-esquerdo Keffel, em 2024. A negociação inicial foi de 50 mil euros, mas previa bônus de 130 mil euros caso o clube permanecesse na Série B — meta alcançada no fim do ano passado. O pagamento deveria ter sido feito até dezembro de 2024, mas não ocorreu, levando o Torreense a acionar a FIFA.
O Paysandu tenta uma solução emergencial para encerrar o transferban que o impede de registrar jogadores desde junho. Na manhã desta quarta-feira (13), o presidente Roger Aguilera esteve na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, para solicitar a antecipação das cotas da Copa do Brasil 2025.
Segundo apuração de O Liberal, o pedido foi feito diretamente ao presidente da CBF, Samir Xaud, com intermediação do vice-presidente Ricardo Gluck Paul. A ideia é usar parte da premiação que o clube receberá pela classificação direta à terceira fase — conquista garantida com o título da Copa Verde 2024 — para pagar a dívida com o Torreense, de Portugal.
O valor previsto para essa fase da Copa do Brasil é de pouco mais de R$ 2,3 milhões. Caso a antecipação seja aprovada, parte dessa quantia será utilizada para quitar o débito de aproximadamente R$ 425 mil referente à negociação do lateral-esquerdo Keffel, realizada ainda em 2024.
O impasse começou quando o clube paraense adquiriu 50% dos direitos econômicos do jogador por cerca de 50 mil euros (R$ 304 mil). O contrato previa um pagamento adicional de 130 mil euros (R$ 730 mil) caso o Paysandu permanecesse na Série B, o que ocorreu. O pagamento da segunda parcela deveria ter sido feito até 11 de dezembro de 2024, mas, segundo o clube português, não foi cumprido.
Antes de recorrer à CBF, Aguilera chegou a lançar uma vaquinha virtual para envolver a torcida no pagamento, mas a campanha foi cancelada poucos dias depois, logo após a derrota para o Vila Nova.
Com a pendência, o Torreense acionou a FIFA, que aplicou o transferban. Caso consiga a antecipação da receita, o Paysandu pretende encerrar o bloqueio e reforçar o elenco ainda nesta temporada.
Com informações do O Liberal.
